As segundas não são assim tão negras! #3

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Na rúbrica de hoje vamos falar de comparação.

Passamos uma parte do nosso tempo a deslizar pelas redes sociais e esquecemo-nos de viver o momento. Quantas vezes ouço: Raquel chamada a terra! Eu sei, não é nada bom sinal nem saudável…mas tenho a luminosidade do telemóvel no mínimo, menos mal certo? Há quem diga que seja a poluição moderna para os nossos olhos, se polui ou não isso já não sei. Agora o que posso afirmar é que dou por mim muitas vezes a pensar: gostava de ter aquilo ou de ser assim! Ter menos chicha nas pernas ou estar morena que nem uma torrada!

R: É difícil evitar a comparação entre nós próprios e os outros, é um pensamento quase automático. Não sei se sou só eu mas às vezes sinto-me desgastada de tanto scroll. Parte de mim, gostava de voltar ao passado quando a única forma de estarmos com os nossos amigos era tocar à campainha. A outra parte, é a mais curiosa e só quer saber o que os outros estão a fazer, o que me faz sentir aquela boa inveja. Acho que todos nós já sentimos isso, concordas Inês?

I: Sim e não…é difícil responder. Eu não gosto muito da comparação…porque por vezes pode ter um resultado negativo. Ou seja, eu prefiro encarar a comparação como algo positivo e de inspiração. Por exemplo, o Instagram para mim é uma fonte de inspiração e claro também me leva à comparação, porque ao ver fotografias de certas bloggers, temas que estão a ser referidos, entre outras coisas eu começo a pensar “olha podíamos fazer isto…mas se calhar no contexto das gaiatas!” . Como está escrito no About do nosso blog, tenho tentado esquecer os “se” e os “quem me dera” acho que conseguimos ter bons resultados através da comparação mas não da imitação. E já estou a entrar noutro campo, por isso vou me calar ahah.

R: Concordo…acho que existe os dois lados da moeda e depende muito daquilo que cada um retira do que está a seguir. Sim, para mim também é um lugar de inspiração e penso que nos ajudou imenso a definir o que queríamos fazer com as gaiatas. Acho que a lição desta segunda é mesmo “o fazer acontecer”, encarar todos os nossos medos, dar um passo à frente e parar de olhar para baixo.

I: Tal e qual. O travel diary 3 vai falar um pouco sobre isso “encarar os nossos medos”. Acho que estamos muito nessa fase do fazer acontecer, se correr mal paciência, algum conhecimento foi obtido. As redes sociais ajudam nisso, a querermos mais, a fazermos mais porque graças a alguém que, lá está ‘influenciou’, quisemos experimentar o que na fotografia pareceu fixe e inspirador.

R: Por isso, bora lá fazer acontecer. Só nós próprios é que temos esse poder porque não começar hoje?

Inês e Raquel.

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